Quando a fuligem entra nos olhos, os doentes devem evitar esfregar os olhos, utilizar água ou soro fisiológico para lavar os olhos, e também seguir as instruções do médico para utilizar medicação para promover a recuperação da condição.
A fuligem que entra nos olhos, devido ao efeito estimulante, pode provocar danos no epitélio da córnea e no epitélio conjuntival dos doentes, fazendo com que estes apresentem edema conjuntival, congestão, dor, sensação de corpo estranho, lacrimejo, medo da luz e outros sintomas de desconforto. Os doentes devem evitar esfregar os olhos para evitar lesões oculares secundárias.
Os doentes podem também utilizar soro fisiológico ou água para enxaguar o saco conjuntival, de modo a eliminar a fuligem residual no saco conjuntival, aliviando assim o desconforto do doente.
O doente deve então dirigir-se ao serviço de oftalmologia do hospital para observar se a córnea e a conjuntiva estão danificadas e, se houver danos, o doente pode seguir as instruções do médico para utilizar medicamentos que promovam a reparação epitelial, tais como colírios com fator de crescimento epidérmico humano recombinante, etc., para promover a recuperação da condição.
Recomenda-se que os doentes com desconforto evidente devido à fuligem nos olhos consultem atempadamente um hospital regular para avaliar o seu estado e seguir as instruções do médico para o tratamento.