Como tratar os divertículos da bexiga

No caso dos divertículos da bexiga, o tamanho e a localização dos divertículos da bexiga devem ser determinados por cistoscopia, cistografia ou TAC. Se o divertículo da bexiga for pequeno, não causar infeção e não existirem cálculos no interior do divertículo, pode normalmente ser observado; se o divertículo for grande, causar urina residual e infecções recorrentes, pode ser considerada a possibilidade de cirurgia. Existem várias opções cirúrgicas, quer a remoção laparoscópica do divertículo da bexiga quer a cirurgia aberta, sendo ambas as opções cirúrgicas atualmente mais comuns. É importante ter em atenção a possibilidade de neoplasia tipo couve-flor no interior do divertículo e a possibilidade de lesões malignas após diverticulectomia. O volume do conteúdo da bexiga não diminui após a remoção do divertículo da bexiga e a função miccional dolorosa é normalmente normal. É também importante encontrar o foco primário, quer haja obstrução da saída da bexiga ou hiperplasia prostática, e tratar a patologia primária.