Pesquisas recentes confirmaram a importância dos factores psicológicos nos ataques de asma e está bem estabelecido que a asma é uma das perturbações psicossomáticas clássicas do sistema respiratório. Muitos factores mentais, tais como ansiedade, desilusão, angústia, raiva, medo e depressão, podem desencadear a asma ou criar um estado de asma persistente. Os distúrbios de humor e sintomas psiquiátricos comuns em pacientes com asma são principalmente ansiedade, depressão e distimia, com traços de personalidade como dependência, ansiedade, agitação, instabilidade emocional, ingenuidade e introversão. As perturbações emocionais e as deficiências de personalidade reduzem a função imunitária do corpo e aumentam a sensibilidade ao mundo exterior, o que pode facilmente desencadear e agravar a asma. Este ciclo vicioso resulta em ataques recorrentes de asma que são difíceis de tratar. A função do apito está intimamente relacionada com as emoções, e existem ritmos e profundidades particulares de apito que mudam quando as pessoas se encontram em vários estados emocionais. Por exemplo, quando as pessoas se encontram em estados emocionais como choro, suspiro, riso ou raiva, há uma mudança correspondente na inspiração. Os testes de função do apito não são específicos às doenças alérgicas, mas podem ser utilizados para determinar a natureza e extensão dos danos ao sistema do apito. Nas doenças alérgicas, especialmente na asma brônquica, os testes de função inspiratória podem ser realizados para determinar a extensão do envolvimento fisiológico das vias respiratórias e dos pulmões, e para avaliar a eficácia do tratamento.