Não existem contra-indicações alimentares rigorosas para a esofagite micobacteriana, pelo que o mel pode ser consumido normalmente por quem não é alérgico a ele, mas a quantidade de ingestão deve ser controlada e a reação deve ser monitorizada. Não existem contra-indicações dietéticas rigorosas para a esofagite micobacteriana, pelo que, na maioria dos casos, o mel pode ser consumido desde que não haja alergia. No entanto, é de salientar que os alimentos doces e gordos podem provocar um aumento da secreção de ácido gástrico e agravar os sintomas da esofagite micobacteriana, pelo que os doentes são frequentemente aconselhados a consumi-los com moderação durante o tratamento clínico. O mel tem as características acima referidas e, por isso, deve ser consumido em quantidades controladas pelas pessoas a quem foi diagnosticada esofagite micobacteriana. Além disso, deve ter-se em conta que a tolerância de diferentes indivíduos a determinados alimentos pode variar em função da sua condição física, da gravidade da doença, das combinações dietéticas e de outros factores, pelo que não se pode excluir completamente que alguns doentes com esofagite micobacteriana não possam tolerar o mel. Em conclusão, se uma pessoa for diagnosticada com esofagite micobacteriana e consumir mel, deve evitar comer uma grande quantidade de mel e monitorizar de perto a sua reação após o consumo de mel, e consultar um médico se não se sentir bem. Os ajustamentos dietéticos específicos devem ser efectuados sob a orientação de um médico e não devem ser feitos às cegas para evitar intervenções inadequadas e consequências adversas.