Não se sabe ao certo se é possível engravidar depois de um aborto aos 32 anos, mas a maioria das pacientes pode, e um pequeno número de pacientes apresenta complicações pós-aborto, que podem levar à infertilidade secundária. O aborto artificial, ou seja, o aborto, é o instrumento que penetra diretamente na cavidade uterina, através da sucção por pressão negativa, de modo a aspirar diretamente a gravidez, devido ao acesso direto à cavidade uterina, o que pode danificar o endométrio, provocando uma série de complicações, algumas das quais podem levar a infertilidade secundária, tais como aderências uterinas, doença inflamatória pélvica, etc. 1. aderência uterina: é uma complicação distante após o aborto, que é a aderência endometrial que leva à forma anormal da cavidade uterina, afectando assim a implantação e o desenvolvimento do óvulo fertilizado, o que pode levar à infertilidade secundária. 2) Doença inflamatória pélvica: pode provocar a aderência e o bloqueio das trompas de Falópio, afectando assim o processo de fertilização e o transporte dos óvulos fertilizados, o que pode levar a uma infertilidade secundária. Se as pacientes necessitarem de abortar para interromper a gravidez, podem utilizar alguns medicamentos anti-infecciosos e promotores do crescimento endotelial, como a cefuroxima, comprimidos de estradiol / comprimidos de estradiol dextroprogesterona, etc., sob orientação do médico, para prevenir complicações e reduzir as hipóteses de infertilidade, se não houver contra-indicações no período pós-operatório.