Estudos clínicos demonstraram que a taxa de sucesso da FIV de segunda geração é de cerca de 30 a 50%. A qualidade dos embriões está relacionada com a idade da paciente, a qualidade dos espermatozóides e dos óvulos, o ambiente uterino e outros factores, pelo que não é possível fazer qualquer generalização. A segunda geração de FIV é a injeção de monosperma citoplasmático, em que o sémen masculino é retirado do corpo, lavado e processado, e depois os espermatozóides são injectados diretamente no citoplasma dos óvulos femininos, levando a uma fertilização passiva. O embrião cultivado é então transferido de volta para a cavidade uterina da mulher para aguardar a implantação de uma gravidez. A taxa de sucesso é mais elevada para as pacientes com melhor saúde e mais baixa para as pacientes com pior saúde. A qualidade dos embriões é melhor quando a paciente é mais jovem, o desenvolvimento dos espermatozóides e dos óvulos é normal e o ambiente do revestimento uterino da mulher é mais estável, ao passo que a qualidade dos embriões é pior se a paciente estiver num estado de vida avançado, com uma baixa contagem de espermatozóides, óvulos pouco desenvolvidos e um revestimento uterino fino. Se precisar de realizar a segunda geração de FIV, recomenda-se que se dirija atempadamente ao hospital, sob a orientação do médico, para esclarecer a taxa de sucesso e a qualidade dos embriões de acordo com a situação individual.