A terapia com células estaminais é uma nova opção para intervir nas lesões neurológicas após uma hemorragia cerebral. Nos últimos anos, as terapias alternativas (transplante exógeno de células estaminais) tornaram-se um ponto de referência da investigação para reparar lesões no sistema nervoso central, mas ainda não foram amplamente utilizadas na prática clínica. Os resultados dos estudos clínicos demonstraram que a terapia com células estaminais pode inibir os danos causados pelo peroxinitrito na barreira hemato-encefálica em todos os doentes e proteger a integridade da barreira hemato-encefálica, promovendo a reparação do tecido neural. Pode também reduzir a gravidade do edema cerebral após uma hemorragia cerebral e melhorar a função neurológica, sugerindo que vários factores tróficos segregados pelas MSC desempenham um papel importante na reparação neuronal. É certo que o transplante de células estaminais é um tratamento potencial para a hemorragia cerebral. No entanto, as terapias relacionadas com as células estaminais ainda não estão suficientemente amadurecidas para exigir mais ensaios clínicos e investigação, e apresentam atualmente alguns riscos, como o momento ideal da intervenção terapêutica das células estaminais na patogénese, a quantidade necessária e a fonte. O tratamento da hemiplegia com hemorragia cerebral também deve ser regulado sob a orientação de um médico profissional, de modo a evitar qualquer atraso no tratamento da doença.