Em geral, a necessidade de um EEG deve ser determinada pela doença. No entanto, no caso da medicação, não é recomendado nesta altura para os doentes que estejam a tomar medicamentos anti-epilépticos, bem como sedativos, uma vez que os medicamentos podem ter algum efeito nos resultados. O EEG é um meio técnico de registo das descargas espontâneas das células cerebrais no crânio através de eléctrodos no couro cabeludo. É utilizado principalmente para o diagnóstico e a classificação da epilepsia. É também utilizado para avaliar o estado funcional do cérebro em doentes com encefalopatia e morte cerebral. Os fármacos antiepilépticos e os medicamentos sedativos podem inibir o disparo espontâneo das células cerebrais, o que pode levar a resultados negativos e afetar a avaliação da doença e o tratamento, pelo que o EEG não é recomendado para estes doentes. A necessidade de efetuar um EEG deve basear-se no estado do doente, nos sintomas, nos sinais e na história clínica. Recomenda-se que o doente se dirija atempadamente ao Serviço de Neurologia de um hospital regular. Sob a orientação de médicos profissionais, deve efetuar os exames necessários e o tratamento normalizado, de modo a não atrasar o tratamento.