A sífilis fetal, também conhecida como sífilis congénita, pode ser curada através de um tratamento adequado no útero ou após o nascimento. A sífilis congénita é causada por uma infeção materna com sífilis, a espiroqueta da sífilis entra na corrente sanguínea do feto através da placenta, resultando na contração da sífilis pelo feto, que normalmente se desenvolve no período neonatal, na infância e na adolescência e se manifesta por febre, emaciação, iterícia, anemia, hepatomegalia e outros sintomas. Durante a gravidez, quando uma mulher grávida é testada para a infeção por sífilis, tem de ser tratada imediatamente com medicamentos à base de penicilina, que podem evitar que o feto seja infetado. Após o nascimento da criança, esta pode ser tratada com penicilina G aquosa, benzilpenicilina, penicilina G procaína e outros medicamentos. A ceftriaxona e a eritromicina podem ser utilizadas para o tratamento, se necessário. Em geral, a medicação ativa e o tratamento adequado no útero ou após o nascimento podem eliminar as espiroquetas da sífilis e obter um efeito curativo. Por conseguinte, recomenda-se que os doentes procurem tratamento médico atempado, cumpram atempadamente e com rigor a medicação prescrita pelo médico.