Os doentes sofrem de inflamação do esterno, a maior parte da qual é uma condição inflamatória estéril, principalmente devido a esforço crónico, exposição prolongada ao frio ou irritação externa repetida. O doente pode sentir uma sensação nítida de formigueiro na região esternal, com vermelhidão e inchaço da pele localizados, dor à palpação local positiva e pontos de pressão bem definidos e, em alguns casos, nódulos subcutâneos dolorosos que interferem com as actividades normais do doente. O tratamento é essencialmente conservador, exigindo que o doente reduza a actividade e repouse o mais possível no leito, podendo ser administradas injecções locais fechadas na zona esternal ou pequenas agulhas para picar e libertar os nódulos, e administrados medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos não esteróides por via oral, como celecoxib, fenbuterol e diclofenac de sódio em cápsulas de libertação prolongada.