A epilepsia pode ser curada através da implantação de eléctrodos

Atualmente, a implantação de eléctrodos na epilepsia serve apenas para uma localização precisa e para ajudar no tratamento posterior, mas não é uma medida que desempenhe um verdadeiro papel terapêutico. A epilepsia é uma doença neurológica comum, que é uma perturbação neurológica causada por descargas anormais sincronizadas de múltiplos nervos cerebrais. Em geral, a epilepsia pode ser bem controlada apenas com medicação, e algumas epilepsias benignas desenvolvem-se apenas em crianças e é provável que se resolvam espontaneamente sem convulsões quando atingem a puberdade ou a idade adulta, enquanto as epilepsias refractárias não são tão simples. As epilepsias refractárias têm crises mais frequentes e prolongadas, mal controladas pela medicação, e requerem ressecção cirúrgica. É difícil localizar com precisão as lesões epilépticas através de medições externas do EEG e, se a área de ressecção for grande, pode levar a sequelas enormes ou mesmo a risco de vida. A implantação de eléctrodos destina-se a localizar com precisão os focos epilépticos, a reduzir o risco de cirurgia e a controlar as crises. Quando a epilepsia ocorre, é necessário consultar ativamente o médico e seguir as suas instruções para um tratamento razoável.