A síndrome de Parkinson não está normalmente associada a pouco exercício prévio, e a sua etiologia ainda não foi esclarecida, podendo dever-se a drogas, traumatismo craniano, infecções, substâncias químicas, doença cerebrovascular e outros factores. A etiologia e a patogénese da síndrome de Parkinson ainda não estão esclarecidas e, de acordo com o inquérito, é possível constatar que os factores de risco associados estão sobretudo relacionados com medicamentos, traumatismo craniano, infecções, substâncias químicas, doenças cerebrovasculares e outros factores, não existindo normalmente uma relação direta com a falta de exercício físico. Os doentes com síndrome de Parkinson apresentam principalmente síndromes clínicas relacionadas com a função motora, caracterizadas por tremor, bradicinésia, rigidez muscular, instabilidade postural, perturbações do equilíbrio, etc. Os doentes podem também sofrer de défices olfactivos e, com a progressão da doença, podem também ocorrer perturbações cognitivas e disfagia. Uma vez diagnosticada a síndrome de Parkinson, os doentes têm de cooperar ativamente com os médicos para tomar as medidas de tratamento necessárias para abrandar a progressão da doença.