Há sequelas de uma ruptura do tendão. A primeira é que as aderências podem ocorrer no local da lesão do tendão, principalmente devido à ruptura dos vasos sanguíneos e à formação de edema inflamatório local, que, no processo de absorção, pode levar a aderências nos tecidos circundantes; e após a ruptura do tendão, mesmo após a anastomose, o tendão fica num estado totalmente relaxado durante a imobilização com gesso e os tecidos circundantes podem ficar presos a ele. As aderências também são susceptíveis de se formar. Em segundo lugar, existe dor, uma vez que alguma circulação sanguínea é perturbada pela lesão. Quando chove e fica frio num dia nublado, a circulação sanguínea local diminui ainda mais, resultando na acumulação de metabolitos inflamatórios na lesão inflamatória asséptica local, o que pode estimular os nervos periféricos e causar dor, mas esta dor é principalmente vaga e não muito dolorosa. A terceira é que o tendão se sente mais curto do que antes, porque após a lesão tendinosa, antes da realização da anastomose, a irregularidade da extremidade cortada tem de ser cortada para facilitar a sutura do tendão; e após a sutura, ocorrerão cicatrizes, o que também fará com que o tendão seja ligeiramente mais curto do que antes, e o tendão se sentirá contraído.