Quando um paciente exala com o cheiro de maçãs podres, indica sobretudo a possibilidade de cetoacidose diabética. O diagnóstico pode ser feito claramente com base na história médica passada do paciente e na realização de glicose no sangue, cetonas no sangue, electrólitos, gases sanguíneos e outros testes. O cheiro de maçãs podres no hálito do paciente deve-se principalmente à insuficiente secreção de insulina do paciente, resultando na incapacidade de decompor eficazmente os hidratos de carbono no corpo para fornecer energia, que depois depende principalmente da decomposição da gordura, resultando num aumento dos corpos metabólicos cetónicos e causando acidose. A elevada concentração de corpos cetónicos no sangue pode ser exalada directamente através do sistema respiratório, e o cheiro de maçã podre é o cheiro de acetona nos corpos cetónicos. Quando se cheira clinicamente o cheiro especial de maçã podre, deve-se pensar na possibilidade desta doença, porque a cetoacidose é uma doença crítica que requer tratamento de emergência para evitar as suas consequências adversas.