A incapacidade de um recém-nascido de se libertar do oxigénio pode dever-se a uma doença cardíaca congénita ou ser causada por outras doenças, como a encefalopatia isquémico-hipóxica e a pneumonia grave. 1. doença cardíaca congénita: crianças com doença cardíaca congénita devido a tetralogia de Fallot, defeito do septo ventricular e outras razões podem levar ao fluxo de sangue da veia cardíaca direita para a circulação, resultando em hipoxia, dispneia, hematomas persistentes da pele e uma série de outros sintomas, tais crianças precisam de oxigénio, podem também necessitar de tratamento cirúrgico. 2. encefalopatia isquémico-hipóxica: encefalopatia isquémico-hipóxica é devido a várias razões que resultam em alterações isquémico-hipóxicas no tecido cerebral da criança, nas fases iniciais da doença precisa garantir que a criança tem boa ventilação, ventilação e, portanto, não pode ser desoxigenado, e no período de recuperação deve ser usado no uso de oxigênio hiperbárico, a fim de reduzir os danos aos tecidos. 3) Pneumonia grave: Durante o trabalho de parto, o feto inala uma grande quantidade de líquido amniótico, o que pode levar a uma pneumonia grave, que por sua vez provoca dificuldades respiratórias, exigindo também uma respiração assistida. Para além das doenças acima referidas, existem outras doenças que podem levar à necessidade de oxigenação contínua do recém-nascido. O estado de cada criança é diferente, pelo que deve consultar o seu médico para um tratamento específico.