Quando um pacemaker detecta uma frequência cardíaca inferior à predefinida, podem ocorrer palpitações (batimentos cardíacos rápidos, muitas vezes acompanhados de pânico), aperto no peito e palpitações cardíacas. Esta forma de falha de saída pode ser devida à atividade muscular (especialmente do diafragma ou dos músculos peitorais), a interferências electromagnéticas (de imagens de ressonância magnética [MRI]) ou a uma rutura no isolamento dos eléctrodos. Isto pode provocar uma diminuição da frequência cardíaca abaixo da frequência cardíaca predefinida ou, em alguns doentes que não a toleram, palpitações (batimentos cardíacos rápidos, frequentemente acompanhados de pânico), aperto no peito e tonturas. A sobre-sensação é uma condição diagnóstica e terapêutica que pode ser diagnosticada e tratada com a utilização de ímanes. Após a implantação de um pacemaker, é necessário fazer um acompanhamento regular no hospital e ter o dispositivo regulado e medido sob a supervisão do médico.