O cloranfenicol composto é bactericida e abrange Salmonella typhi, meningite por Haemophilus influenzae tipo B resistente à ampicilina, Streptococcus pneumoniae, meningite por Neisseria meningitidis e bacilos gram-negativos sensíveis, bem como organismos aeróbios e anaeróbios, e também infecções por rickettsias. O cloranfenicol não é recomendado para utilização em mulheres grávidas, lactantes e recém-nascidos, porque o cloranfenicol pode atravessar a barreira placentária e pode causar reacções tóxicas em recém-nascidos pré-termo e de termo e a “síndrome do bebé cinzento”, e deve ser utilizado com precaução em doentes idosos, sendo contraindicado em pessoas alérgicas ao cloranfenicol. O cloranfenicol tem maiores efeitos secundários tóxicos, especialmente no sistema hematopoiético, que pode causar supressão da medula óssea, anemia hemolítica, o uso prolongado pode induzir tendência para hemorragias, mas também neurite periférica e do nervo ótico, diarreia, náuseas, vómitos e outras reacções adversas. O uso de cloranfenicol deve ser testado na rotina sanguínea, na função hepática e renal, para evitar danos no fígado e nos rins, as reacções adversas do cloranfenicol são muitas e graves, pelo que o uso clínico de menos, recomenda-se que os doentes, se necessário, consultem um médico ou farmacêutico antes da utilização, não usem cegamente por conta própria, de modo a não afetar a saúde.