Como tratar a aterosclerose carotídea

O tratamento da aterosclerose carotídea inclui medicação e cirurgia, a primeira, como a aspirina, a atorvastatina e outros fármacos, e a segunda, a endarterectomia carotídea e a implantação de stents, habitualmente utilizadas. A estenose ligeira (menos de 50%) pode ser considerada para tratamento medicamentoso, que inclui principalmente a terapêutica antiagregante plaquetária e a terapêutica hipolipemiante. Os fármacos antiplaquetários incluem a aspirina e o clopidogrel. O principal efeito dos fármacos antiplaquetários é combater a agregação plaquetária e reduzir a probabilidade de trombose. Os medicamentos para a terapêutica hipolipemiante incluem principalmente estatinas, como a atorvastatina e a resuvastatina. Estas podem reduzir o nível de LDL no sangue e são antioxidantes, impedindo a progressão da placa. As estenoses graves podem ser tratadas cirurgicamente (mais de 70%) com endarterectomia carotídea e colocação de stent. Os doentes com estenose da artéria carótida entre 50% e 70% podem ser considerados para cirurgia se tiverem sintomas significativos de isquémia da artéria cerebral. Se não existirem sintomas evidentes, pode ser utilizada medicação oral. Se for detectada aterosclerose carotídea, os doentes devem consultar um médico atempadamente para escolher o tratamento adequado.