A gastrite não atrófica com refluxo biliar é geralmente indiferente, mas requer um tratamento imediato, tal como prescrito pelo médico. Se ocorrer refluxo biliar numa gastrite não atrófica, a mucosa gástrica pode ser danificada e as glândulas intrínsecas da mucosa gástrica podem atrofiar, agravando ainda mais a doença. Se não for tratada, podem ocorrer complicações como anemia, hemorragia gastrointestinal e desnutrição, podendo evoluir para gastrite atrófica. A gastrite não atrófica requer a utilização de medicamentos que inibem o ácido gástrico, como o omeprazol e a ranitidina, bem como de medicamentos que protegem a mucosa gástrica, como o Rebapatide e a pectina de bismuto. Os doentes com refluxo biliar também necessitam de utilizar fármacos de ligação aos ácidos biliares, como as preparações de aluminato de magnésio. Além disso, se houver infeção por Helicobacter pylori, antibióticos como a amoxicilina e o metronidazol devem ser combinados para erradicar o Helicobacter pylori e promover a recuperação da doença. Por conseguinte, os doentes com gastrite não atrófica têm de ir ao hospital a tempo de melhorar o exame relevante e efetuar um tratamento científico e normalizado. Devem utilizar medicamentos específicos sob a orientação de um médico profissional e de acordo com a sua própria situação, de modo a não agravar a doença e afetar a recuperação.