Retinoblastoma. É só uma questão de remover o olho.

Os doentes com retinoblastoma são tratados através da remoção cirúrgica do olho, mas nem sempre ficam curados. O retinoblastoma é um dos tumores malignos mais frequentes em oftalmologia pediátrica, que se desenvolve geralmente a partir dos dois anos de idade e que pode provocar incómodos como a perda de visão, o aumento da pressão intraocular e até a síndrome da pupila branca. Se o estado do doente continuar a progredir e o tumor se infiltrar nos tecidos orbitais, é difícil curar a doença mesmo que o globo ocular seja removido cirurgicamente, sendo normalmente necessária radioterapia e outros tratamentos para melhorar a taxa de sobrevivência. A chave para o tratamento do retinoblastoma é a deteção precoce, pelo que o rastreio dos recém-nascidos é essencial para melhorar a cura se o tumor puder ser detectado e tratado nas fases iniciais de formação.