A leucemia linfoblástica de células B é um tumor maligno hematopoiético grave com um elevado grau de malignidade, metástases rápidas e início rápido da doença. A leucemia linfoblástica B é um tumor clonal de células estaminais hematopoiéticas derivado de células progenitoras de células B. Os doentes com leucemia linfoblástica B apresentam normalmente anemia grave, trombocitopenia e uma redução significativa do número de neutrófilos devido a uma hematopoiese anormal causada pelas células tumorais que ocupam o espaço normal da medula óssea e que excluem as células da medula óssea. Os sintomas incluem infecções frequentes, febre, hematomas fáceis, dificuldade em parar a hemorragia e manchas vermelhas escuras e planas (petéquias) causadas por hemorragias sob a pele. Atualmente, o regime de tratamento consiste numa terapêutica intensiva inicial com substâncias químicas à base de antraciclinas em doses elevadas, como o fosforamidito de adriamicina, a vincristina e a dexametasona, alternada com metotrexato e citarabina em doses elevadas, seguida de uma terapêutica de manutenção e de uma terapêutica adjuvante com transplante de células estaminais hematopoiéticas após ter sido alcançada uma remissão completa. Recomenda-se que se dirija ao hospital para diagnóstico e tratamento logo que surjam os sintomas de leucemia linfoblástica, de modo a evitar o retardamento da doença. Siga rigorosamente as instruções do médico relativamente à medicação e não utilize medicamentos por si próprio.