A ausência de reação à quimioterapia deve ser um aspeto positivo, mas não se pode avaliar se a quimioterapia está a funcionar bem ou mal apenas com base na existência ou não de uma reação à quimioterapia. Os doentes são aconselhados a avaliar a eficácia da quimioterapia através de exames de imagem e de testes como a gastroscopia e a colonoscopia. O facto de não haver reação à quimioterapia não significa que a quimioterapia não seja eficaz. A investigação e o desenvolvimento contínuos de novos medicamentos, o aumento da pureza dos medicamentos e a utilização de medicamentos adjuvantes no processo de quimioterapia podem reduzir, até certo ponto, a reação da quimioterapia. Recomenda-se que os doentes prestem atenção à ingestão diária de alimentos nutritivos, porque o estado nutricional é melhor, para evitar a ocorrência de anemia, a diminuição dos glóbulos brancos, etc., para melhorar a resistência do doente, e para voltar ao normal o mais rapidamente possível, e se houver alguma anomalia, recomenda-se ir ao hospital em tempo útil.