A densidade óssea é uma medida da quantidade de conteúdo mineral por centímetro de osso, que pode ser utilizada para diagnosticar a osteoporose e para ver se há uma redução da massa óssea. Contudo, um teste de BMD mais elevado não é necessariamente melhor, uma vez que reflecte apenas o conteúdo mineral dos nossos ossos. Alguns pacientes têm o que se chama osteosclerose e têm frequentemente BMD muito elevada, o que também não é bom para a qualidade óssea e é propenso a várias deformidades e mesmo fracturas ósseas. A densidade óssea está normalmente no seu melhor quando é normal. Quando verificamos a densidade óssea, há alturas em que o nosso corpo, por exemplo, foi submetido a certos procedimentos cirúrgicos, tais como a adição de certos enxertos de metal ou cimento ósseo, e podemos também ter um teste de densidade óssea mais elevado. Estamos mais preocupados com a qualidade do osso, por vezes temos uma densidade óssea elevada, mas a qualidade do osso não é boa, por exemplo em diabéticos, verificamos que algumas pessoas têm uma densidade óssea mais elevada, mas ainda são propensas a fracturas. Por conseguinte, é importante que julguemos os resultados da DMO num contexto clínico.