A PET, também conhecida como tomografia computorizada por emissão de positrões, pode ser realizada a nível local ou sistémico. Atualmente, os principais exames incluem: doenças oncológicas: diagnóstico diferencial da maioria dos tumores benignos e malignos, estadiamento e classificação dos tumores e avaliação das condições sistémicas; e avaliação da eficácia de vários meios terapêuticos antes e depois do tratamento.
As imagens PET reflectem a distribuição fisiológica e bioquímica dos fármacos marcados com nuclídeos emissores de positrões no organismo, bem como as alterações ao longo do tempo. Utilizando diferentes fármacos, é possível medir a atividade do metabolismo da glicose nos tecidos, a taxa de síntese proteica e a densidade e distribuição dos receptores. Por este motivo, a PET é também conhecida como “imagiologia bioquímica in vivo”.
A PET tem a capacidade de identificar com precisão a maioria dos tumores, incluindo os do osso, e é útil para a deteção precoce de tumores na prática clínica, especialmente os tumores profundos, como os tumores da cavidade abdominal, da pélvis, dos pulmões, do retroperitoneu e de outras zonas ocultas.
O exame PET é igualmente útil para o diagnóstico diferencial da maioria dos tumores benignos e malignos do corpo humano, para determinar o estádio e a classificação dos tumores e para avaliar se os tumores malignos, como o cancro do pulmão, o cancro da mama, o cancro intestinal, o linfoma e outros tumores malignos, estão em remissão completa após a radioterapia.
Para obter informações pormenorizadas sobre os exames de animais de companhia, é favor consultar os médicos competentes e efetuar os exames pertinentes sob a orientação de médicos.