O enfarte cerebral é também conhecido como acidente vascular cerebral isquémico, o diagnóstico de acidente vascular cerebral isquémico necessita normalmente de ser combinado com manifestações clínicas e exames auxiliares (por exemplo, TAC, ressonância magnética, etc.), a autoavaliação não é muito fiável, mas ainda tem um certo valor. As manifestações clínicas do AVC isquémico variam de acordo com o tamanho e a localização do enfarte. Alguns doentes podem ter sintomas prodrómicos (por exemplo, dormência dos membros, fraqueza, etc.) antes do início da doença, devendo estar alerta para a possibilidade de enfarte cerebral quando tais sintomas ocorrem. Os sintomas comuns de enfarte cerebral incluem cegueira ou diminuição do campo visual (unilateral), hemiparesia, afasia ou diminuição da fala, paralisia facial, incontinência e alterações da personalidade. O enfarte cerebral também deve ser considerado quando estes sintomas aparecem subitamente. Lembre-se da mnemónica BE FAST: B é para “equilíbrio”, E é para “olhos”, F é para “face”, A é para “braços” e S é para “fala”. F é para “face”, A é para “braço”, S é para “fala” e T é para “tempo”. O tratamento precoce do enfarte do miocárdio é muito importante, pois permite salvar o cérebro danificado, mas ainda não inactivado, e salvar o mais possível a função cerebral. Por isso, assim que aparecerem sintomas suspeitos, deve consultar imediatamente um médico, melhorar os exames auxiliares para fazer um diagnóstico claro e tratar ativamente a doença para obter os melhores resultados terapêuticos.