A maior parte das dores de estômago nos primeiros dias após a transferência, seguidas de ausência de sensibilidade, são consideradas como sendo o desconforto causado pelo acamamento do embrião no útero após a transferência, o que é normalmente um fenómeno fisiológico normal. A transferência de embriões é um ato invasivo para o corpo da mulher, e o embrião só pode acamar-se se entrar no revestimento do útero. Neste processo, pode estimular a congestão pélvica ou causar contração uterina, pelo que o estômago terá uma vaga sensação de dor, geralmente dura três a cinco dias, e recuperará gradualmente mais tarde, este é um fenómeno normal, geralmente não precisa de tratamento especial, preste mais atenção ao descanso. Além disso, algumas pacientes do sexo feminino podem ficar demasiado nervosas durante o processo de transplante, se a pressão psicológica for demasiado grande, também agravará o desconforto. De um modo geral, o ajustamento do estado psicológico permite aliviar o desconforto. Os primeiros dias após o transplante são um fenómeno fisiológico normal, se a dor for mais intensa ou persistente não pode ser aliviada, recomenda-se consultar um médico a tempo de tratar os sintomas.