A gravidade do tórax em funil é avaliada com base nas alterações morfológicas, principalmente nos índices HI, FI e CT.
A manifestação clínica do tórax em funil é a flacidez do esterno e das cartilagens das costelas inferiores (geralmente da 3ª à 7ª costelas), da frente para trás em direção à coluna vertebral, formando uma deformidade em forma de funil com uma abertura para a frente. Uma pequena proporção de peito em funil é causada por raquitismo e a grande maioria é devida a anomalias congénitas do desenvolvimento.
1) Índice de oco (HI): HI = volume de depressão supina/área de superfície corporal. Ou a quantidade de água injectada no funil pode ser medida em supino apenas para avaliar o grau de malformação. Atualmente, este método é raramente utilizado.
2) Índice de funil (IF): IF = (a*b*c)/(A*B*C), atualmente muito utilizado.
A: eixo longo da depressão torácica em funil; b: eixo curto da depressão torácica em funil; c: profundidade da depressão torácica em funil; A: comprimento do esterno; B: diâmetro transversal do tórax; C: distância mais curta entre o ângulo do esterno e a parte anterior das vértebras.
Ligeiro: FI < 0,2; moderado: 0,2 < FI < 0,3; grave: FI > 0,3.
3. índice de Haller: também conhecido como índice CT, é a relação entre os diâmetros transversal e antero-posterior da parte mais côncava do tórax na tomografia computadorizada. O valor normal é 2,54, ligeiro <3,2, moderado 3,2-3,5, grave >3,5.