Ter um enfarte cerebral não significa necessariamente que se tenha de tomar injecções todos os anos, dependendo do estado do doente.
O enfarte cerebral refere-se geralmente ao enfarte cerebral, que é uma necrose isquémica limitada ou doença de amolecimento do tecido cerebral causada por isquémia e hipoxia, com uma elevada taxa de recorrência e uma elevada taxa de incapacidade, e cuja recorrência é evitada principalmente através de alterações do estilo de vida e de medicação oral, mas que não requer injecções anuais.
Se os doentes apresentarem sintomas de recorrência de enfarte cerebral, devem consultar um médico atempadamente e, de acordo com a situação específica, devem receber infusão de medicamentos como a trombólise, a melhoria da circulação e a proteção cerebral, e também devem cooperar com a terapia de reabilitação.
Os doentes com enfarte cerebral devem fazer uma dieta ligeira, deixar de fumar e beber, praticar exercício físico adequado, manter um bom estado de espírito, assegurar o sono, controlar a tensão arterial, a glicemia, os lípidos no sangue e outros indicadores relacionados, tomar a medicação regularmente e submeter-se a exames regulares.