Em geral, é normal que os bebés desenvolvam dentes no prazo de 13 meses, e a ausência de dentes após os 13 meses é considerada erupção tardia dos dentes de leite. Os bebés com erupção tardia dos dentes de leite devem ser examinados para detetar perdas dentárias congénitas ou doenças sistémicas, e devem ser efectuados os tratamentos relevantes. Os bebés prematuros devem ser corrigidos para a idade gestacional até à data prevista para o nascimento. O primeiro dente de leite erupciona aos 6 a 8 meses de idade, e aqueles que erupcionam o seu primeiro dente de leite até aos 13 meses de idade estão dentro dos limites normais de erupção, enquanto aqueles que não erupcionam após os 13 meses de idade são considerados como tendo uma erupção atrasada dos dentes de leite. Devem ser realizadas radiografias para verificar se existe perda dentária congénita. As doenças sistémicas como a deficiência de cálcio, o hipotiroidismo e a desnutrição grave também são consideradas. Se estiverem envolvidos factores sistémicos, a doença pode ser tratada. Se houver malformação edêntula congénita, quando a criança tiver 4 ou 5 anos de idade, pode ser feita uma prótese para restaurar a função mastigatória, o que favorece a ingestão nutricional e o desenvolvimento oral e maxilofacial. Quando o bebé tem mais de 1 ano de idade e ainda não tem dentes, os pais devem levá-lo ao serviço de saúde infantil ou ao serviço de estomatologia do hospital para consulta e tratamento normalizado sob a orientação do médico.