A angioplastia coronária percutânea com balão é apenas um meio de aliviar a obstrução e a duração da manutenção depende do estado do próprio doente.
O princípio da angioplastia coronária percutânea com balão é a reabertura dos vasos sanguíneos para garantir o restabelecimento do fluxo sanguíneo coronário e a perfusão normal. A esperança de vida é influenciada por muitos factores, como a dimensão do enfarte do miocárdio, o tempo necessário para abrir o vaso sanguíneo e as co-morbilidades do doente, que não são previsíveis.
Atualmente, a maioria dos balões utilizados em doentes com enfarte do miocárdio são balões revestidos com fármacos, que são mais eficazes do que os balões simples. Por um lado, o balão revestido com fármaco é eficaz na inibição da hiperplasia endotelial, o que reduz efetivamente a ocorrência de reestenose; por outro lado, o balão revestido com fármaco pode ser utilizado para atingir o objetivo de não deixar resíduos metálicos no corpo.
É necessário tratamento pós-operatório com um ciclo completo de fármacos antiplaquetários (por exemplo, aspirina, etc.) e deve ser dada atenção à melhoria dos hábitos de vida e alimentares, sugerindo uma dieta pobre em sal e gordura, bem como exercício moderado, regulando a mentalidade, evitando comer em excesso e o stress emocional, com vista a melhorar o prognóstico.
Os doentes são aconselhados a deslocarem-se ao hospital para controlos regulares e a procurarem assistência médica imediata se se sentirem mal.