A principal razão para a necessidade de dois internamentos hospitalares para a remoção de cálculos renais por microscópios flexíveis é o facto de os cálculos renais serem grandes ou múltiplos, podendo ter de ser tratados em duas cirurgias separadas, se necessário, para garantir a segurança do doente durante a cirurgia. No caso de doentes com cálculos renais grandes ou múltiplos, se for efectuado um tratamento cirúrgico minimamente invasivo, o tempo de realização da cirurgia pode ser mais longo e o risco para o doente também é maior. Uma vez que a cirurgia renal minimamente invasiva requer irrigação salina contínua e lavagem durante a operação, quanto maior for o tempo de operação, maior será a pressão na pélvis renal e maiores serão os danos nos rins. Por conseguinte, para reduzir o tempo de operação e o risco para o doente, o médico tem de efetuar uma cirurgia faseada. Metade dos cálculos será removida na primeira fase da cirurgia, e a outra metade será removida na segunda fase da cirurgia, o que pode alcançar o efeito minimamente invasivo, alcançar o efeito de remoção de cálculos e também garantir a segurança dos pacientes durante a cirurgia. Os doentes devem cooperar ativamente com o tratamento do médico e fazer um acompanhamento atempado após a cirurgia, a fim de obter um melhor efeito terapêutico.