Os abcessos para-anais devem ser tratados cirurgicamente mesmo que tenham rompido, mas o momento da cirurgia tem de ser determinado pela gravidade dos próprios sintomas do paciente. Se o abcesso se tiver partido, mas o pus não estiver a drenar suavemente e ainda houver inchaço e dor localizados, a cirurgia deve ser realizada prontamente, quer por incisão e drenagem do abcesso, quer por tratamento radical único do abcesso. Se o abcesso perianal for quebrado, o pus fluir suavemente e o inchaço e a dor locais forem rapidamente aliviados, o paciente pode ser tratado cirurgicamente a tempo ou pode optar por se submeter a uma cirurgia de fístula radical três meses depois da formação de uma fístula anal. A única cura definitiva é a cirurgia, pelo que se recomenda que os pacientes se dirijam ao hospital para serem operados em tempo útil.