Na prática clínica, a epilepsia do lobo frontal é considerada mais comum. A fim de dar a muitos pacientes uma compreensão mais clara da sua doença, é dada uma breve discussão sobre este tipo de síndrome de epilepsia, na esperança de que seja útil aos pacientes com epilepsia. O lóbulo frontal é a segunda região cerebral após o lóbulo temporal que é propensa à epilepsia. Devido à complexidade da estrutura neural e função do lóbulo frontal, as suas manifestações clínicas são também complexas e variadas, pelo que clinicamente a epilepsia do lóbulo frontal é também propensa a diagnósticos errados. Claro que qualquer doença tem as suas próprias características, e a epilepsia do lobo frontal não é excepção, e as suas manifestações clínicas e opções de tratamento são únicas. As manifestações clínicas gerais da epilepsia do lobo frontal são: 1. as convulsões tendem a ocorrer à noite e duram de alguns segundos a algumas dezenas de segundos. 2. as posturas tónicas ou motoras são mais pronunciadas, 3. a perda de consciência é suave. Os sinais clínicos comuns incluem convulsões clónicas focais, convulsões tónicas assimétricas, convulsões acatisia, e convulsões mastigatórias com movimentos óbvios de mastigação, deglutição, e manifestações de salivação. O diagnóstico de epilepsia do lobo frontal é baseado em manifestações clínicas, combinado com EEG vídeo e imagens para confirmar o diagnóstico e, se necessário, eléctrodos intracranianos. O tratamento depende de medicamentos, tais como carbamazepina, fenitoína de sódio e lamotrigina, ou cirurgia, se a medicação não for satisfatória.