Nos doentes com hemorragias nasais, as análises sanguíneas de rotina analisam principalmente os seguintes elementos: em primeiro lugar, a hemoglobina, a contagem de glóbulos vermelhos e o hematócrito, principalmente para verificar se o doente está anémico. Se o doente tiver hemorragias nasais repetidas, que resultam numa perda excessiva de sangue no organismo do doente, os três elementos acima referidos podem ser anormais. Clinicamente, dependendo da situação, se a hemoglobina do doente descer abaixo de 60g/L, é possível que seja necessário preparar uma transfusão de sangue. Em alguns doentes, se houver uma redução significativa das plaquetas, o doente tem tendência para induzir hemorragias nasais e é necessário excluir a possibilidade de ter anemia aplástica, etc. Além disso, alguns doentes precisam de analisar indicadores como a pressão média dos glóbulos vermelhos e o volume médio de hemoglobina dos glóbulos vermelhos para determinar se o doente tem talassemia, que não é uma doença comum e pode ser avaliada aproximadamente por estes indicadores. O terceiro tipo é a leucemia. Se um doente tiver hemorragias nasais repetidas e se verificar que tem um elevado número de anisócitos e de células primitivas naive, ou se houver anomalias significativas na contagem de glóbulos brancos, na contagem de linfócitos e na contagem de neutrófilos, isso pode indicar leucemia, sendo necessário proceder a investigações adicionais neste caso. Os doentes com hemorragias nasais também devem, naturalmente, ser submetidos a um exame da função de coagulação para detectar factores como deficiências dos factores de coagulação.