O cancro pélvico é um tipo de tumor maligno do aparelho digestivo e, na fase tardia, devido à metástase do cancro e à invasão dos nervos, a dor local é mais intensa. O cancro pélvico é um tumor que ocorre na junção da vesícula biliar, do pâncreas e do duodeno, e os doentes em fase avançada apresentam vários sintomas, como iterícia obstrutiva, náuseas e vómitos, metástases locais, etc. Os doentes com cancro da barriga da erva em estado avançado apresentam frequentemente metástases no tecido pulmonar, no tecido hepático ou mesmo invasão dos nervos, pelo que a dor oncológica dos doentes com cancro da barriga da erva em estado avançado é relativamente grave. Para os doentes com dor oncológica avançada, é frequentemente adoptada a terapia em “três passos”, ou seja, primeiro passo: analgésicos não opiáceos (como a aspirina, etc.) são utilizados para os doentes com dor oncológica ligeira; segundo passo: opiáceos fracos (como o cloridrato de petidina, etc.) são utilizados para os doentes com dor oncológica moderada e para os que são ineficazes no primeiro passo; terceiro passo: opiáceos fortes (como o cloridrato de petidina, etc.) são utilizados para os doentes com dor oncológica grave e para os que são ineficazes no segundo passo; e terceiro passo: opiáceos fortes são utilizados para os doentes com dor oncológica grave e para os que são ineficazes no segundo passo. Os opiáceos fortes (por exemplo, morfina, etc.) são utilizados para analgesia nos doentes com maus resultados. Para os doentes que necessitam de analgesia, os medicamentos devem ser utilizados sob a orientação de médicos.