O treino de reabilitação para doentes com enfarte cerebral varia de acordo com as funções prejudicadas, que podem ser normalmente divididas em colocação de membros bons, treino funcional do movimento dos membros, recuperação das funções de acompanhamento e prevenção de complicações.
1) Posicionamento de membros bons: com o aumento do tempo de tratamento após o enfarte cerebral, pode surgir um aumento anormal da tensão muscular e do padrão de movimento, pelo que o posicionamento precoce de membros bons pode prevenir o padrão anormal e outros efeitos adversos.
2) Treino funcional da atividade dos membros: dividido principalmente em treino ativo e treino passivo, geralmente a força muscular do membro afetado atinge o grau 3 e superior, podendo ser iniciado o treino ativo e o treino de suporte de peso.
3) Recuperação da função de acompanhamento: para além da disfunção física, o enfarte cerebral pode também ser acompanhado de perturbação da fala, disartria, disfagia, etc., o que requer um treino específico da fala, treino da deglutição e tecnologia de dilatação do balão.
4. prevenção de complicações: durante o tratamento, deve prestar-se atenção a complicações como úlcera de decúbito, subluxação da articulação do ombro, síndrome ombro-mão, etc. Os doentes acamados a longo prazo precisam de prevenir a trombose venosa dos membros inferiores, a inflamação pulmonar, a infeção do trato urinário e outras condições.
Recomenda-se que os doentes com enfarte do miocárdio sob a orientação de médicos ou terapeutas profissionais realizem uma terapia de reabilitação, para evitar consequências adversas como lesões físicas.