O cancro do fígado encontra-se numa fase avançada quando é descoberto, principalmente porque o cancro do fígado não é fácil de detetar, uma vez que as lesões são relativamente pequenas na fase inicial, e os sintomas serão mais evidentes na fase tardia e o inchaço é maior, o que facilita a confirmação do diagnóstico. Na fase inicial, os sintomas do cancro do fígado não são óbvios e a maioria dos doentes não lhe presta atenção. Além disso, nesta fase, os nódulos são relativamente pequenos, as células cancerígenas não têm metástases ou não se espalharam a partir da extremidade distal e não há pressão óbvia sobre os tecidos circundantes, pelo que não é fácil para os doentes aperceberem-se nesta altura e perdem o melhor momento para o diagnóstico e o tratamento, descobrindo-o geralmente de forma não intencional quando estão a fazer exames físicos. Quando o cancro do fígado se agrava gradualmente e evolui para uma fase avançada, e as células cancerígenas já metastizaram ou se espalharam para a extremidade distal, os doentes podem apresentar diferentes graus de sintomas, tais como cor amarelada do rosto, febre, fraqueza, etc. Se apresentarem anomalias semelhantes e forem ao hospital para fazer exames, verificar-se-á que o cancro do fígado já se espalhou e não há possibilidade de tratamento cirúrgico. Para detetar mais cedo o cancro do fígado, recomenda-se que se dirija ao hospital para fazer exames médicos regulares. O diagnóstico e o tratamento precoces desta doença têm um bom prognóstico e prolongam o tempo de sobrevivência dos doentes, ao passo que atrasar o melhor momento para o tratamento pode pôr a vida em risco.