Quais são os diagnósticos diferenciais a procurar nos adutores de polegar?

Manifestações clínicas da lesão do nervo radial no movimento: no caso de lesão do nervo radial no antebraço, há uma paralisia extensa dos músculos extensores, tríceps braquial, braquiorradial, extensores longos e curtos do punho radial, rotadores posteriores, extensor digitorum generalis, extensores ulnares do carpo e os músculos extensores intrínsecos do índice e dos dedos mínimos. Como resultado, há ptose do punho, queda do polegar e dos dedos, incapacidade de estender a articulação metacarpofalângica, deformidade de rotação anterior do antebraço, incapacidade de rodar o polegar para trás e deformidade de adução do polegar. O diagnóstico de entrópio do polegar deve ser diferenciado das seguintes condições: apenas tecidos moles, sem osso no polegar: as deformidades esqueléticas podem envolver os membros superiores bilateralmente, mais no lado esquerdo. Os ossos radiais do carpo podem sofrer um atraso na ossificação, de modo que a base do primeiro metacarpo fica perto da linha média, justaposta aos outros ossos do metacarpo, e o espaço interfalângico pode desaparecer. A deformidade do polegar é característica desta condição e é frequentemente caracterizada por subluxação, sindactilia, trigémio, curvatura terminal para o lado ulnar, bifurcação, encurtamento ou ausência do polegar, ou Não existe osso nos tecidos moles. A síndrome mão-coração é conhecida como síndrome do membro cardíaco, também conhecida como síndrome de Holt-Oram, síndrome atrio-digital, síndrome cardiovascular do membro superior, defeitos familiares do coração e do membro superior, hipoplasia atrio-dedo, síndrome de displasia atrio-digital ( Síndrome de displasia átrio-digital. É uma doença autossómica dominante com malformações cardiovasculares e esqueléticas como principais características clínicas. Incapacidade de estender o polegar: A tenossinovite do tendão flexor ocorre no polegar e no dedo médio. A disfunção da flexão e da extensão do dedo afectado é particularmente acentuada ao acordar de manhã cedo e é aliviada ou desaparece com o movimento. A dor irradia por vezes para o pulso. Pode haver dor de pressão na articulação metacarpofalângica aquando da flexão e, por vezes, podem ser palpáveis bainhas tendinosas espessadas e nódulos do tamanho de ervilhas. Quando se dobra o dedo afectado, este fica subitamente numa posição semi-flexionada e não se consegue endireitar nem flectir o dedo, como se este ficasse subitamente “preso”, com uma dor insuportável. Este fenómeno é também conhecido como “dedo em gatilho” ou “dedo em saliência”. A lesão do nervo radial é mais comum nas fracturas do úmero médio e inferior, pelo que, uma vez identificada uma fractura deslocada do úmero médio e inferior, é aconselhável não reposicionar o úmero através de manipulação, independentemente de ser acompanhada de lesão do nervo radial, para evitar causar ou agravar a lesão do nervo radial; a função do nervo radial deve ser verificada antes da cirurgia. O exercício funcional precoce para restaurar a função do membro afectado também é importante.