Pode-se fumar após a recuperação de um enfarte cerebral?

Fumar também não é recomendado após a recuperação de um enfarte cerebral. Fumar aumenta o risco de recorrência do enfarte cerebral. Os químicos presentes nos cigarros podem agravar os danos nas artérias cerebrais, facilitando a rutura e a hemorragia das placas ou a queda e bloqueio de pequenas artérias, induzindo assim um novo enfarte cerebral agudo. Além disso, o tabagismo a longo prazo tende a reduzir o fluxo sanguíneo para o cérebro, e a redução da prostaciclina também tende a levar à vasoconstrição e à agregação plaquetária, resultando em eventos trombóticos. Ao mesmo tempo, o tabagismo também pode causar alterações na pressão arterial, o que pode ter um impacto no sistema cardiovascular. Por conseguinte, sugere-se que é melhor não fumar após um enfarte cerebral e seguir os conselhos do médico para tomar aspirina, atorvastatina e outros medicamentos regularmente. Ao mesmo tempo, abster-se de álcool, praticar exercício físico moderado, fazer uma dieta ligeira e melhorar o estilo de vida, de modo a poder evitar a recorrência de doenças cerebrovasculares.