A ressonância magnética (RM) é normalmente suficiente para a embolia da artéria uterina, mas também pode ser efectuada uma RM com realce. A embolia da artéria uterina é normalmente uma doença grave e a doente terá de trabalhar em estreita colaboração com o seu médico para receber tratamento. Antes do tratamento, as doentes com embolia da artéria uterina podem ser submetidas a RM para localizar o coágulo, bem como a outros exames como a angiografia e a ecografia com Doppler. Se os resultados da RM forem relativamente insatisfatórios, pode ser efectuada uma RM forte para esclarecer a situação. Em doentes com embolia da artéria uterina, podem ser utilizados anticoagulantes, como a varfarina e a heparina, agentes antiplaquetários, como a aspirina e o clopidogrel, e agentes trombolíticos, como a estreptoquinase, de acordo com a prescrição do médico. Em casos graves, podem ser efectuados tratamentos cirúrgicos, como a embolectomia e a angioplastia, para melhorar o desconforto. Recomenda-se a consulta de um hospital regular para a realização de uma RMN melhorada e de outros exames relacionados para garantir a exatidão dos resultados do teste. Uma vez que a RM não causará qualquer dano ao corpo, deve ajustar a sua mente e cooperar ativamente com o médico sem tensão e preocupação excessivas.