A probabilidade de uma gravidez deformada devido ao tabagismo depende de cada situação específica. De um modo geral, o risco de uma grávida fumadora dar à luz um feto deformado é duas a três vezes superior ao de uma grávida que fume normalmente.
A nicotina e outros ingredientes dos cigarros podem chegar ao feto através da placenta, pelo que o tabagismo ativo ou passivo durante a gravidez afectará o desenvolvimento intrauterino do feto, podendo mesmo provocar malformações do desenvolvimento e outras consequências adversas. Nesta fase, não existem dados exactos sobre o risco de dar à luz um feto malformado em mulheres fumadoras, mas é evidente que o risco de dar à luz um feto malformado numa mulher fumadora é cerca de duas a três vezes superior ao de uma mulher não fumadora.
Em conclusão, os cigarros contêm muitas substâncias que têm um efeito adverso sobre o crescimento e o desenvolvimento do feto, e a probabilidade de o tabaco afetar as malformações na gravidez ainda não foi claramente estabelecida. Por conseguinte, para atingir o objetivo da eugenia, as mulheres devem evitar o tabagismo ativo e passivo durante a gravidez. O início da gravidez é um período crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso do feto e é também o período mais suscetível, exigindo uma atenção acrescida.