Qual é o tratamento para a deformidade congénita do dedo flutuante do polegar? Até que ponto posso recuperar após a cirurgia

Alguns pais dizem que os seus bebés nasceram com uma deformidade congénita do polegar, o polegar flutuante, sem osso metacarpo e apenas com um tubo muito fino de pele ligado à palma da mão, e perguntam o que fazer? Para salvar o polegar flutuante, é necessário reconstruir o primeiro osso metacarpiano. Que tipo de metacarpo é necessário? Primeiro, tem de ser capaz de continuar a crescer nesta fase, segundo, tem de ter uma superfície de articulação adequada e, terceiro, tem de ter uma força de exercício relativamente boa. No início, pegamos no osso metatársico, que é o osso do pé. Após a remoção do osso metatarso, o bebé não pode andar durante três a quatro meses e não pode descer ao chão, o que é doloroso para o bebé e inconveniente para os pais. Para além disso, existem outros problemas associados à remoção do osso metatársico, como a reabsorção e a necrose do osso enxertado. Atualmente, utiliza-se a reconstrução do joanete flutuante SMRT, o que significa isto? Significa que é retirada uma porção de osso do segundo metacarpo do bebé para reconstruir o primeiro metacarpo, daí o nome Semi Metacarpo Bone Graft Reconstruction (SMRT). Este procedimento não envolve o pé do bebé, o que facilita os cuidados, e as hipóteses de reabsorção e necrose óssea são muito reduzidas. Até que ponto se pode recuperar após a cirurgia? O nosso requisito é que o bebé consiga pegar numa caneta para escrever, segurar nos pauzinhos para comer, e também que consiga agarrar algumas coisas pequenas, como feijões vermelhos, feijões verdes, grãos de arroz, etc., e que consiga também desapertar as tampas dos biberões. No seguimento, os bebés que se saem bem nos exercícios funcionais têm uma função do polegar bastante boa após a cirurgia.