A afirmação “O ácido nucleico tem maior probabilidade de ser infetado” está incorrecta e o risco de infeção de um teste formal de ácido nucleico é muito baixo. O risco de infeção é muito baixo com os testes formais de ácido nucleico, uma vez que as zaragatoas utilizadas pelos testadores são descartáveis, assim como as placas de compressão. Os profissionais de saúde também praticam uma boa higiene das mãos e, se estiverem preocupados com a possibilidade de as suas mãos estarem contaminadas após o teste, utilizam um desinfetante rápido para as mãos para desinfetar as palmas e as costas das mãos de forma atempada. Para o sujeito do teste, a primeira coisa a fazer quando se efectuam testes de ácido nucleico é usar uma boa máscara. Entretanto, ao efetuar o teste de ácido nucleico, tentar não tocar nas ferramentas e no equipamento da instituição médica, manter uma distância de mais de 1 metro de outras pessoas e não falar com elas durante o exame, e abandonar o local do teste o mais rapidamente possível após a conclusão do exame, de modo a evitar que se prolongue. Em suma, o risco de infeção decorrente de um teste formal de ácido nucleico é muito reduzido e, se for necessário colher amostras de ácido nucleico no local, o doente deve colaborar ativamente.