Em primeiro lugar, o grau de depressão varia: pode variar desde um estado de espírito suave até à tristeza, pessimismo e desespero. Os pacientes sentem-se pesados, sem sentido, infelizes, deprimidos, passando dias como anos, sofrendo, e incapazes de se ajudarem a si próprios. Alguns pacientes podem também estar ansiosos, facilmente agitados, nervosos e inquietos. Em segundo lugar, a auto-avaliação é demasiado baixa: os pacientes deprimidos depreciam frequentemente excessivamente as suas próprias capacidades, com uma atitude crítica, negativa e negativa em relação ao seu presente, passado e futuro, isto não é bom, isto não é correcto, descrevendo-se a si próprios como inúteis, o futuro é sombrio. Fortes sentimentos de auto-criminalidade, culpa, inutilidade, inutilidade, impotência e, em casos graves, auto-criminalidade e suspeita. Perda de energia, fadiga e fraqueza: dificuldades na lavagem, curativos e outras pequenas tarefas da vida, e incapacidade de lidar com elas. Os pacientes descrevem frequentemente a sua situação como um “colapso nervoso” ou uma “bola deflacionada”. A perda de interesse é um dos sintomas comuns da depressão: perda de entusiasmo e prazer na vida e no trabalho, e falta de interesse em qualquer coisa. O paciente não experimenta a alegria da família, não se preocupa com os passatempos passados, vive muitas vezes sozinho à porta fechada, está distante da família e dos amigos, e evita a interacção social. Os pacientes queixam-se frequentemente de estarem “emocionalmente indisponíveis”, “emocionalmente entorpecidos” ou “infelizes”. 5. pessimismo negativo: Os pacientes deprimidos são muito dolorosos, pessimistas e desesperados, sentindo que a vida é um fardo e não vale a pena ficar, procurando alívio pela morte, e podem desenvolver fortes pensamentos e comportamentos suicidas. VI. Os pacientes mostram um estado depressivo significativo, persistente e generalizado: dificuldade de concentração, perda de memória, atraso mental, mente fechada e movimento lento, mas alguns pacientes mostram inquietação, ansiedade, nervosismo e agitação. VII. sintomas somáticos ou biológicos: Os pacientes deprimidos têm frequentemente sintomas biológicos tais como perda de apetite, perda de peso, perturbações do sono, baixa função sexual e flutuações diurnas do humor, que são comuns mas não estão presentes em todos os casos. Exercício para a depressão O exercício é uma forma eficaz de melhorar a aptidão física. Alguns estudos descobriram que o exercício, ao mesmo tempo que reforça o metabolismo, pode aliviar a energia psicológica negativa e prevenir episódios depressivos; e o exercício, ao mesmo tempo que melhora a aptidão física, pode produzir sentimentos psicológicos positivos e melhorar o humor mais rapidamente, eliminando sintomas depressivos. 1, a correr: há investigação para provar que quando as pessoas estão a correr, o cérebro segrega muitas endorfinas, também conhecidas como hormona feliz ou hormona jovem. Pode fazer as pessoas sentirem-se alegres, felizes e satisfeitas, o que pode ajudar as pessoas a livrarem-se do stress e da depressão. O tempo de corrida é apropriado à noite, a velocidade deve ser de pelo menos 120 passos por minuto, a frequência é de pelo menos 3 vezes por semana, cada vez uma corrida contínua durante 30 a 50 minutos. 2, salto de corda: por um lado, o salto de corda pode aumentar a coordenação do corpo humano; por outro lado, porque no processo de salto de corda, a cabeça precisa de se mover rapidamente para cima e para baixo, pode efectivamente reforçar a função vestibular. Estes podem produzir um bom sentimento psicológico e melhorar a auto-confiança. Saltar à velocidade da corda durante 30 a 60 vezes por minuto, de dois em dois dias, uma vez, cada vez duram 10 minutos. 3.Walking: tente escolher caminhar num ambiente bonito e silencioso, pode melhorar a função cardiorrespiratória e melhorar a absorção de oxigénio ao mesmo tempo, fazer as pessoas sentirem-se felizes. No início da caminhada deve insistir em caminhar 1.500 metros todos os dias e esforçar-se por terminá-la em 15 minutos; mais tarde, aumentar gradualmente a distância a pé até ter terminado 4.500 metros em 45 minutos. Tanto as pessoas com tendência para a depressão como as pessoas saudáveis deveriam fazer mais exercício para se manterem afastadas da doença e da depressão.