A fenitoína sódica tem uma ação antiepiléptica e antiarrítmica. Está indicada para o tratamento de convulsões tónico-clónicas generalizadas, convulsões parciais complexas, convulsões parciais simples e status epilepticus; arritmias ventriculares e supraventriculares devidas a intoxicação digitálica; nevralgia do trigémeo. Podem ocorrer erupções cutâneas, hiperplasia gengival, tonturas, cefaleias, nistagmo, ataxia e outras reacções adversas após a administração. O uso prolongado em crianças pode acelerar o metabolismo da vitamina D, resultando em condromalácia ou anomalias ósseas, as mulheres grávidas que tomam ocasionalmente teratogénicos. Pode inibir a secreção da hormona antidiurética e da insulina para aumentar a glicose no sangue e está contraindicado em pessoas com antecedentes de alergia a glicolonilureias ou com insuficiência cardíaca, como síndrome de As, bloqueio atrioventricular de grau II-III, bloqueio do nó sinusal, bradicardia sinusal, etc. Recomenda-se a utilização deste medicamento sob a orientação de um médico e evitar a autoadministração para evitar reacções adversas.