Após o enfarte cerebral, ocorre necrose ou edema nos tecidos cerebrais locais, e a função nervosa que inerva o movimento dos membros é prejudicada, manifestando insuficiência ou perda de função e fraqueza dos membros. O enfarte cerebral é o resultado de várias causas de perturbações do fornecimento de sangue ao cérebro, causando isquémia, hipoxia e necrose do tecido cerebral e desencadeando a manifestação de insuficiência neurológica. Quando ocorre um enfarte cerebral, os tecidos cerebrais locais tornam-se isquémicos, hipóxicos, necróticos, ou os tecidos cerebrais locais tornam-se edematosos, de modo que são incapazes de inervar os nervos motores ou a capacidade de inervação diminui, ocorrendo então hemiparesia ou falta de força dos membros. A fraqueza dos membros no enfarte cerebral pode ser parcialmente recuperada através de tratamento e de exercícios de reabilitação posteriores, recomendando-se a realização de um tratamento razoável e normalizado sob a orientação de médicos profissionais.