Minimamente invasivo é uma comparação com a cirurgia tradicional, ou seja, pequenas incisões, tempo de operação curto, menos sangramento e recuperação pós-operatória mais rápida para o paciente. A cirurgia laparoscópica tem sido realizada em muitos sistemas ou órgãos. Mas a menção da lumpectomia não a equipara a uma invasividade mínima. Ou será que a ausência de lumpectomia significa que não existe uma cirurgia minimamente invasiva? Existem actualmente três métodos na cirurgia da tiróide, nomeadamente o método tradicional, o método da lumpectomia (pescoço sem cicatrizes), que é o procedimento cosmético mais invasivo. Depois há a condição técnica minimamente invasiva da tiroidectomia, que consiste na tiroidectomia assistida por granulometria e na tiroidectomia de pequena incisão sob visão directa. Neste terceiro procedimento, o papel principal é realmente desempenhado pela faca de ultra-sons de alta potência, enquanto a lumpectomia é apenas uma ampliação e iluminação. Um procedimento minimamente invasivo que pode ser realizado sob visão directa na mesma incisão e no mesmo local elimina a necessidade de uma lumpectomia e as despesas que isso implica. Na minha prática, descobri que a utilização de ultra-sons sob visão directa poupa tempo na preparação para a cirurgia, o que equivale a menos tempo na cama de operação e menos custos para o paciente para a lumpectomia ($1000). A maioria dos procedimentos é feita sob anestesia local, com menos sangramento, tempo operatório mais curto, incisão de 2,5-3 cm e recuperação mais rápida do paciente. É uma cirurgia minimamente invasiva que permite poupar custos.