A nefrografia pode ser dividida em urografia intravenosa e nefrografia das artérias. A urografia intravenosa consiste na injeção de um agente de contraste numa veia, que é filtrado pela corrente sanguínea e passa pelos rins sem ser absorvido por estes, sendo excretado na sua forma original. Neste processo, os raios X são utilizados para monitorizar o processo de absorção, metabolismo e excreção dos órgãos pelos rins, para descobrir se existe líquido nos rins e para determinar a extensão da acumulação de líquido nos rins, a presença de defeitos de enchimento na pélvis renal, defeitos de enchimento no ureter, a permeabilidade do ureter e doenças obstrutivas ou ocupantes, para determinar a presença de doenças como tumores da pélvis renal. A arteriografia dos rins é um procedimento de imagiologia invasivo que requer a punção arterial, a colocação de um tubo de imagiologia na artéria renal e a injeção de um meio de contraste a alta pressão para descobrir a distribuição do fornecimento de sangue aos rins. É frequentemente utilizado em traumatismos renais para determinar qual o vaso sanguíneo que está a sangrar e pode ser utilizado para selar o vaso que está a ser visualizado. Pode também ser aplicada a tumores renais para quimioterapia por infusão arterial, utilizando contraste para compreender a localização e a irrigação sanguínea do tumor e injectando medicamentos de quimioterapia na irrigação sanguínea do tumor para o curar. Para algumas hematúrias inexplicadas, considerando a hemorragia causada por malformações dos vasos sanguíneos renais, a arteriografia renal pode ser efectuada para confirmar o diagnóstico.