Os quistos não são cancro; os quistos são uma doença benigna, enquanto o cancro é um tumor maligno. Os quistos têm pouco ou nenhum efeito sistémico e só quando são grandes é que surgem sintomas de compressão e obstrução localizadas. O cancro é um tumor maligno de crescimento rápido, imaturamente diferenciado, metastático e invasivo, com efeitos sistémicos graves. Geralmente, os quistos crescem lentamente e apresentam um aumento gradual. Em contrapartida, os tumores crescem rapidamente e têm um curso mais curto. Clinicamente, o tratamento dos quistos é relativamente simples. Alguns quistos requerem apenas uma cirurgia radical e nenhuma radioterapia ou quimioterapia adjuvante após a cirurgia. O efeito do tratamento é bom e a taxa de recorrência é baixa. Para o tratamento de tumores malignos, há uma variedade de medidas terapêuticas, mas o efeito terapêutico não é satisfatório. A ocorrência de metástases e de recidivas põe geralmente em perigo a vida do doente. Para o diagnóstico diferencial dos quistos, é necessário combinar a história e o exame auxiliar. Os quistos simples e o cancro podem ser identificados com precisão através da ecografia com Doppler a cores, da TAC ou da RMN. Após o diagnóstico, é necessário cooperar com os médicos para realizar ativamente o tratamento e recuperar o mais rapidamente possível.