As razões pelas quais os doentes têm expectoração e não a conseguem expelir devem ser analisadas especificamente, como se segue: 1. expectoração viscosa: porque a expectoração do doente é mais viscosa e difícil de expelir, geralmente observada na expectoração purulenta causada por infecções bacterianas e/ou fúngicas do tracto respiratório inferior. 2. tosse com expectoração fraca: a expectoração não pode ser expelida eficazmente e fica retida nos brônquios, especialmente em doentes acamados durante muito tempo, idosos e doentes mais exaustos. 3. Lesões: por exemplo, estenose brônquica local ou formação de pneumonia obstrutiva, o que dificulta a tosse eficaz da expectoração. 4. faringite crónica: os doentes sentem que têm um corpo estranho na garganta e não conseguem expelir a expectoração porque sentem que têm a expectoração presa na garganta. Por conseguinte, os doentes que não conseguem expelir a expectoração devem ser tratados sintomaticamente para detectar a causa.